RS: polícia prende 4 suspeitos por assalto a banco com ‘cordão humano’

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul localizou e prendeu, em dois dias, quatro homens suspeitos de aterrorizarem a cidade de Amaral Ferrador, na quarta-feira 7, durante um assalto a banco com características do chamado novo cangaço.

Conforme noticiou o jornal O Globo, os criminosos obrigaram reféns a fazerem um “cordão humano”, sequestraram dois funcionários da agência do Banrisul e trocaram tiros com a polícia da Brigada Militar. Depois, fugiram para uma área de mata em Encruzilhada do Sul, cidade vizinha. Conforme a investigação, o grupo não tinha experiência nesta modalidade de assalto.

“A princípio, sabemos que são criminosos locais e sem experiência a roubos a banco”, disse a delegada Vanessa Pitrez, diretora do Departamento Estadual de Investigações Criminais. “Não se trata de uma quadrilha especializada neste tipo de crime.”

Após o assalto, os agentes montaram um cerco no local em que o carro usado pelos criminosos foi abandonado, em Encruzilhada do Sul. No local, a polícia recuperou um dos malotes roubados, mas não localizou os bandidos.

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Na quinta-feira 8, os agentes encontraram três suspeitos em uma residência e prenderam eles. Com o trio foi encontrada outra parte da quantia de R$ 279 mil que havia sido roubada.

“Eles fizeram um cordão humano com cerca de dez pessoas que estavam no entorno do banco e fugiram levando duas pessoas e dois funcionários do banco”, continuou a delegada.

Polícia ainda investiga outras pessoas pelo assalto a banco

O quarto suspeito de envolvimento no crime foi encontrado e preso na sexta-feira 9 na mesma cidade. Um dia antes, ele trocou tiros com a polícia para fugir. Os agentes não revelaram as identidades dos suspeitos e o inquérito investiga a participação de outras pessoas que possam ter contribuído para o crime. Uma parte do dinheiro levado ainda não foi encontrada.

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“É um tipo de crime que há um ano não tínhamos aqui no Estado do Rio Grande do Sul”, ressaltou a delegada. “E, por enquanto, princípio pela identificação de alguns dos suspeitos não se trata de quadrilha especializada nessa modalidade de assalto. As investigações prosseguem: as imagens foram coletadas e estão sendo analisadas.”

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Fonte: Revista Oeste


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