‘Loirinha do Tráfico’ muda de facção e é executada

Karina Regiane de Assis Mauricio, conhecida como “Ariela, a Loirinha do Tráfico”, foi assassinada, no sábado 10, em Ariquemes, no interior de Rondônia.

Karina levou 13 tiros ao ser surpreendida por criminosos. A dupla fugiu em uma moto.

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A execução teria sido motivada pela disputa entre duas facções que operam na cidade. Em um vídeo que circula nas redes sociais, gravado em dezembro de 2023, Karina aparece anunciando sua intenção de deixar o Primeiro Comando da Capital (PCC) para se unir ao Comando Vermelho (CV).

“Loirinha do Tráfico” é Assassinada ao Tentar Trocar de Facção pic.twitter.com/MHMrx8NU8M

Morte da Loirinha do Tráfico expõe ainda mais o aumento do poder das facções

O PCC, para quem a Loirinha do Tráfico trabalhava, alcançou faturamento anual de R$ 5 bilhões por ano, informou o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), em 2023.

A arrecadação se refere ao tráfico de drogas em São Paulo e ao lucro, sobretudo, da cocaína comercializada para países da Europa.

Dois terços do faturamento do PCC são exclusivamente do tráfico internacional. O setor da organização criminosa responsável pela atividade ficou conhecido como “Tomate”. Isso porque, segundo o MP-SP, a cocaína saía do país por meio de carregamentos de tomates.

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Fonte: Revista Oeste


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